Melhores Baixos (e contrabaixos) de 2026

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Profissional ou iniciante, a decisão de investir em um novo baixo é sempre difícil, afinal, existem inúmeras opções de instrumentos no mercado que nos fazem perguntar: qual eu compro? Qual tem a melhor qualidade? Qual tem o melhor custo-benefício?

Mas, calma! Nós selecionamos as melhores opções de baixo disponíveis hoje e vamos avaliá-los levando em consideração a qualidade de som dos captadores, o tipo de madeira e a versatilidade de som para você decidir agora mesmo em qual investir. Bora lá?

 

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Nossa primeira sugestão é o baixo Ibanez da linha GSR200BK. Esse modelo é uma ótima opção para baixistas iniciantes, pois é leve, em conta e, apesar de ser da linha de entrada da marca, tem uma durabilidade incomparável.

O design dos baixos da linha Ibanez GSR permitem uma execução fácil, pois o corpo é adaptado para alcançarmos o campo de notas mais agudas.

O GSR200BK tem 22 trastes, a madeira do braço é a poplar e do corpo a maple, as mais populares do mercado, conhecidas por sua resistência, firmeza e, principalmente, leveza.

Também conta com dois captadores passivos, um Jazz Bass e um Precision, ou seja, é um baixo PJ, o que significa que entrega um som forte e garante uma variedade grande de timbres e sons.

 

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O modelo Thunderbird foi inspirado nos baixos da Gibson e é um clássico de alta qualidade. Esse modelo é ideal para baixistas experientes que gostam do estilo vintage, pois tanto o som quanto o modelo garantem essa característica.

Seu corpo é feito de madeira Mogno, que é nobre, porém leve. Tem captadores para o humbucker e 3 knobs de som: um controla o volume do captador da ponte, e o outro controla o volume do captador no braço e o terceiro corta os agudos, proporcionando um som controlado e preciso.

Suas tarraxas da marca Gotoh possibilitam um bom controle da afinação e seu design chama muita atenção pela beleza e originalidade.

 

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O Ibanez GSRM20BK é um modelo ótimo para iniciantes ou até profissionais que desejam um baixo mais fácil de carregar. Como o primeiro modelo Ibanez que apresentamos, esse baixo também tem a vantagem de ter um design que permite uma fácil execução de notas agudas.

Ele tem uma escala pequena e é PJ: seus captadores contam com um JazzBass e um PrecisionBass no mesmo modelo, o que lhe garante variabilidade de sons e timbres, conta com um som impressionante em relação ao seu tamanho.

É micro e feito de madeira poplar, que é bastante leve e popular, porém de qualidade boa, o que o torna resistente.

 

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Esse modelo de baixo é mais encorpado e gera um som tão pesado quanto seu tamanho. Para quem quer mais possibilidades de timbres e marcar presença, vai adorar exibi-lo.

É perfeito tanto para quem quer iniciar no mundo das 5 cordas quanto para quem já está acostumado com o instrumento e deseja abastecer a coleção: sua qualidade o torna adequado para ambos os casos.

Ele possui captadores humbucker, que trazem um som consistente e trabalha com maior redução de ruídos. O pré-amp Phat II EQ proporciona um boost de graves, logo, uma variedade de sons.

Sua leveza se deve à madeira utilizada, que é a Mogno, nobre e durável. Ela mantém a regulagem por muito mais tempo, por isso tem uma pegada confortável. Pertencendo à linha GSR, também tem um design que facilita a execução de notas agudas.

 

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Um dos melhores baixos custo-benefício, o Ibanez GSR205BK também é uma alternativa para quem vai começar no instrumento. Por ser um baixo de 5 cordas, é uma ótima pedida para baixistas ecléticos que querem tanto mandar uns grooves de reggae quanto fazer um som pesado de rock.

A diferença entre esse baixo e o anterior é que o GSR205BK é mais voltado para iniciantes, pois é feito de madeira Aghatis, um pouco mais leve, porém com uma ótima ressonância. Como já citamos antes, o design dos GSR é simples e adaptado para alcançarmos o campo de notas mais agudas.

Ele também possui 4 knobs de som, sendo 2 de volume, 1 de tonalidade passiva e 1 de boost, além de 2 captadores humbuckers. Essa quantidade de controles de som gera uma grande possibilidade de timbragem.

 

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Falando agora de contrabaixos, temos o Tagima TW 65. Esse contrabaixo é incrível em termos de tocabilidade, pois traz uma gama considerável de sons por também ser um modelo PJ, ou seja, abarca o melhor dos dois mundos: um Precision e um Jazz Bass. É um contrabaixo muito versátil.

O corpo do TW65 é feito em madeira poplar e o braço em maple, leves e de boa qualidade. O design é inspirado no Fender Precision e vai agradar os fãs de vintage por conta das cores.

Sua tocabilidade é bastante consistente. Por ser um contrabaixo voltado para iniciantes, é um bom modelo para aprimorar técnicas, como grooves e slaps.

Possui 3 knobs de som, sendo 2 de volume e 1 de tonalidade e 2 captadores singlecoil, um Precision e um Jazz Bass. Essa quantidade de controles propicia uma variedade de sons e timbragens: tanto o tom assertivo de um Precision quanto o aveludado do Jazz Bass.

 

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Agora vamos falar de um gigante: o Yamaha Trbx305. Esse contrabaixo é um dos modelos mais completos no mercado atualmente. Ideal para baixistas intermediários e profissionais, o Trbx305 possui o design ideal para quem deseja unir conforto e beleza.

Seu corpo é feito de madeira Mogno e seu braço, de Mogno e Maple. Como citamos, a madeira Mogno é nobre, portanto, de excelente qualidade; a junção dessa madeira com a Maple proporcionam uma ótima sustentação do som, leveza e grande durabilidade.

Ele também tem captação cerâmica e chaveamento de timbres que permitem produzir muitos sons, como slaps, fingers e flats. Essas timbragens concedem um som evidente, independentemente do amplificador que você use.

 

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Com uma qualidade fenomenal e bastante popularidade entre os baixistas, o Ibanez Sr305e é a melhor escolha para quem deseja investir mais dinheiro em um contrabaixo, pois traz peso e variedade em seu som.

Ele tem 24 trastes e sua madeira é feita de Mogno, então, novamente: alta durabilidade e leveza.

Tem 3 knobs de som que controlam os graves, agudos e médios e dois captadores humbuckers powerspan, que trazem peso nos graves e alto controle de tonalidades. O dinamismo do som se deve a essa alta variedade de controles.

O design do corpo é bastante confortável, assim como os modelos GSR da Ibanez, por ser construído em madeira leve. Além disso, seu design permite um fácil acesso a todas as notas.

 

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Voltando a dar atenção para os iniciantes, esse contrabaixo da Yamaha é uma excelente alternativa para quem quer começar a mandar uns graves. Por ser de entrada e ter a mesma madeira utilizada em baixos mais caros, ele traz consigo uma ótima estrutura para alcançar os timbres desejados.

A pegada é muito confortável, pois seu corpo tem um manejo fácil e um design simples, porém certeiro, com isso, permite que a manutenção do instrumento seja fácil.

Na combinação de timbres, ele conta com dois tipos de captação: na ponte, temos o JazzBass, que traz um som mais leve e aveludado, enquanto que, no captador da frente, temos o Precision Bass, que permite alcançar timbres mais pesados e variados.

Seu headstock é menor do que os baixos encontrados no mercado, possibilitando maior leveza, além de evitar problemas de desequilíbrio. Tem 3 knobs: 1 de volume do braço, outro da ponte e 1 de tonalidade.

 

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Outro contrabaixo da linha de entrada da Tagima. Esse cara não está para brincadeira: ele tem uma timbragem muito fácil de configurar, além de ser extremamente leve e com uma gama de possibilidades de som.

O Tagima TW73 faz parte da linha de contrabaixos clássicos da marca. Com um design que remete ao vintage, ele é feito de madeiras Maple e Poplar, ambas de qualidade e fáceis de manejar. Tem captadores Single Coil, que trazem um timbre consistente e knobs de som que ajudam ainda mais na equalização.

É possível obter muitos timbres com esse contrabaixo: o knob de tonalidade mantém todos os tons presentes – graves, médios e agudos. Utilizando o captador da ponte, você obtém um timbre mais aveludado e brilhante e o knob de tonalidade recupera frequências graves.

O que é e para que serve um baixo e contrabaixo?

O baixo e o contrabaixo fazem parte da família dos graves, são eles que vão proporcionar esse tom da música. Além disso, também são responsáveis por realizar a ligação entre os instrumentos harmônicos e melódicos aos instrumentos percussivos, dessa forma, conduzem a música.

Como escolher entre os diversos modelos de baixos e contrabaixos?

Modelo

Os modelos mais conhecidos do mercado são os JazzBass, que proporcionam um timbre clássico e com sustentação das notas, e o PrecisionBass, que traz um som pesado e o timbre mais evidente ao toque. Se você deseja uma mistura dos dois, o modelo PJ é o ideal.

Marca

A marca não é um fator essencial no início, porém o ideal é que ela traga características inovadoras e com um bom custo-benefício. É importante que o baixo seja de uma marca conhecida por durabilidade e leveza.

Material

É importante saber o material do baixo ou contrabaixo a depender da sonoridade que você deseja passar. Por isso, ao começar a sua pesquisa, leve em consideração, primeiro, o tipo de corda: se são cordas de espessura mais fina ou grossa, para facilitar a tocabilidade.

Também é válido verificar a madeira utilizada no baixo ou contrabaixo: se ela for maciça, vai durar mais tempo, porém é mais pesada. Já a madeira tipo maple é a mais comum nos instrumentos, é de porte médio e transmite bem as ondas sonoras.

Captação de Som

O que mais vai fazer diferença na emissão do som do seu baixo ou contrabaixo são os captadores.

Os captadores transformam a energia da vibração das cordas em impulsos elétricos que vão gerar o som no amplificador. Para uma boa captação e timbres precisos, é importante que eles tenham uma boa qualidade.

Para baixos e contrabaixos existem captadores passivos, singlecoil, doublecoil, splitcoils e ativos. Todos esses tem suas qualidades e defeitos, tudo vai depender do seu objetivo: se deseja um som pesado, uma boa opção são os captadores double-coil; se prefere um som moderno, os ativos são ideais.

Quantidade de Cordas

Baixos e contrabaixos de 4 cordas são uma boa opção para quem é iniciante ou quem já toca, porém não quer carregar tanto peso.

Os baixos e contrabaixos de 5 cordas são uma alternativa mais versátil para quem deseja tocar estilos musicais variados, pois a corda Si dá mais possibilidades de ritmo e sonoridade.

Já os baixos e contrabaixos de 6 cordas são interessantes para intermediários e avançados que estudam acordes.

Diferença de Baixo e Contrabaixo?

Os contrabaixos estão mais ligados ao timbre acústico, enquanto o baixo define o instrumento na sua atualidade, que é o elétrico. O que também os diferencia é o corpo: geralmente o contrabaixo tem um corpo robusto, tal qual os seus variantes antigos, enquanto o baixo é elétrico é mais modernizado.

Porém, em sua totalidade, é possível chamar de ambos os nomes.

Perguntas Frequentes

Qual é o baixo e contrabaixo mais indicado para quem está começando?

Baixos e contrabaixos que tenham uma pegada confortável, sejam leves e feitos para iniciantes, além de um custo adequado. Os modelos Ibanez GSR são ótimos e cumprem esse papel com maestria.

Qual é a diferença entre Jazz Bass e Precision Bass?

Os JazzBass e PrecisionBass são modelos de baixo e contrabaixo.

Se você deseja uma sonoridade mais clássica, um JazzBass é ideal já que proporciona um timbre único e aveludado. Agora, se você prefere um som mais pesado, a melhor opção é um PrecisionBass, já que seu timbre evidente ao toque da corda.

O que são os harmônicos superiores explorados pelo Tone?

Os harmônicos são um fenômeno físico do som. Independentemente da nota que tocamos, eles estão presentes.

Os harmônicos superiores são os sons mais agudos de uma série harmônica. O tom (ou tonalidade) do baixo/contrabaixo irá controlar esses sons.

Porque tenho que regular o meu baixo?

É essencial que o baixista realize regulagens esporádicas no baixo com um profissional, pois, com o tempo, algumas peças envelhecem e podem gerar possíveis problemas que afetam diretamente a sonoridade do instrumento.

Baixos e contrabaixos baratos são bons?

Isso vai depender de vários fatores já citados antes, como material, marca e sonoridade desejada. Se você realizar uma pesquisa apurada, consegue encontrar baixos e contrabaixos com um preço excelente pela qualidade que apresenta.

Qual é o baixo e o contrabaixo mais barato?

Das opções que apresentamos, o baixo mais barato é o Epiphone Thunderbird, que custa aproximadamente R$1960,00. E o contrabaixo mais barato é o Tagima TW65, custando aproximadamente R$1137,00.

Baixos são mais baratos que guitarras?

Essa questão também depende de vários fatores, como a marca e o material utilizado na construção do instrumento, porém, geralmente os baixos e contrabaixos são mais em conta por terem uma busca menor em relação às guitarras.

Qual é o melhor baixo e o contrabaixo barato?

Concluímos que o melhor baixo custo-benefício é o Ibanez GSR200BK. Já o melhor contrabaixo custo-benefício é o Tagima TW65. Ambos cumprem plenamente o que prometem em questão de som, durabilidade e versatilidade.

Melhor baixo e o contrabaixo em custo benefício?

O melhor baixo custo-benefício é o Ibanez GSRM20BK, já que tem uma gama de possibilidades de uso, é versátil e tem menos contras em relação aos outros baixos. Já o melhor contrabaixo é o Yamaha SR305E, pois também é versátil, tem mais cordas e é de boa durabilidade.

Conclusão: Qual melhor baixo e o melhor contrabaixo?

Para nós, o melhor baixo é o Ibanez da linha GSR200BK. Além de ser um ótimo custo-benefício, tem madeiras leves (poplar e maple), corpo adaptável para alcance até das notas mais agudas, além de ter uma variedade de sons e timbragem, por ser um PJ.

Já o melhor contrabaixo para se investir é o Yamaha TW73 da Tagima. Por ser um PJ, une duas possibilidades de som em um só e é ótimo para quem quer variedade. Sua madeira é de qualidade singular, além de ser versátil: tanto iniciantes quanto profissionais podem tirar bom proveito dele.

Nesse post, demos uma visão geral do mercado atual para que você consiga decidir qual o melhor baixo ou contrabaixo para investir.

E aí, qual você mais curtiu? Não esquece de contar pra gente, e vai com tudo nos grooves!

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